• Maria Correia

CIRROSIS (AKA CRS) participa do maior festival da história do metal mexicano, o MOSHFEST


By Infecting Cells

Após 20 anos sem se apresentar ao vivo, o CIRROSIS (AKA CRS) retorna para participar do maior festival da história do metal mexicano, MOSHFEST.


Após o sucesso do lançamento de seu segundo álbum "The Collector of Truths", que recebeu excelentes críticas na imprensa internacional. A lendária banda mexicana de Death Metal Técnico CRS retorna após 20 anos com uma sessão ao vivo que será transmitida como parte do #MoshFest Festival. A aura misteriosa da banda nos faz pensar que essa pode ser a última vez que vamos experimentar sua brutalidade ao vivo.


Aqueles que presenciaram suas performances ao vivo no início dos anos 90 as descrevem como intensas, cruéis e cruéis, sem perder a técnica musical que caracteriza seu som.


Para a Live Session sabemos que contarão com o virtuoso baixista Kello Gonzalez da banda mexicana PARAZIT, que com certeza se beneficiará com o som técnico e comovente do CRS.


MoshFest é um festival inédito que reunirá 100 bandas de todos os estados do México, reunindo o melhor do metal mexicano em um evento online gratuito que será transmitido todos os fins de semana de setembro de 2020. (Poster abaixo).

CRS é uma banda de Death Metal de Sonora, México, formada em 1991 sob o nome de Cirrosis por Francisco "Chucky" Oroz e Sir OZ, sendo os únicos membros originais da formação atual. Devido à sua capacidade técnica em que desde cedo incorporavam elementos progressivos e apenas melódicos, rapidamente ganharam notoriedade na cena underground local e nacional. As performances ao vivo de Cirrosis eram caracterizadas por sua intensidade e fúria, tornando-se logo uma banda cult. Nos primeiros tempos, canções como "Masacre Infinita" e "Tu última blasfemia" surgiram. Em 1996, "Joseph Lev" se juntou à banda e gravou sua primeira demo "The Land of Addiction", que foi distribuída de forma muito limitada. Em 1999, o CRS grava seu primeiro álbum de estúdio "Reciclando Desesperación" em língua espanhola, que reúne temas compostos desde o início, oferecendo uma extensa gama de estilos de Death Metal com mixagem e produção de boa qualidade.


Destacam-se canções como “Fariseos”, “Dame tu muerte” e “Negando lo no negado”. Em 2001, a CRS decidiu parar porque seus membros desejavam continuar com seus projetos pessoais e profissionais. Em 2014, a Concreto Records relançou o álbum "Reciclando Desesperación", que é descrito como "O som desajustado que perturbou um estilo no México que atualmente pode dar aulas para bandas realmente modernas". 20 anos depois, o CRS gravou seu segundo álbum intitulado: "The Collector of Truths".


Na linha de Morbid Angel, Carcass, Fear Factory e Cynic, o CRS se orgulha de tocar música que é brutal e cheia de nuances, com melodias que se elevam acima do caos subjacente. O vocalista Sir Oz, o guitarrista / baixista Francisco “Chucky” Oroz, o guitarrista / baixista Joseph Lev e o baterista Tavo Ramirez se juntaram a dois músicos internacionais convidados para este álbum: Kevin Talley (Dying Fetus, Suffocation, Chimaira) toca bateria em “A Better Place to Hate ”,“ Tan Lejos de Dios (Nowhere .. But Here), ”e“ I'm the Universe ”, enquanto Linus Klausenitzer do Obscura and Alkaloid empresta seu trabalho de baixo para“ The Art of Breathing ”.


MoshFest: Line Up

Links de vídeos:

Asfixia: https://youtu.be/daiO67ZTODI

Tan Lejos de Dios (em lugar nenhum ... mas aqui): https://youtu.be/NEi1A85Gex4

Kill My Name: https://youtu.be/-DEYyIVIxWU

The Daydreamer’s Nightmare: https://youtu.be/OuNAjN73Xpc

A Better Place to Hate: https://youtu.be/L7wfo2qjUgE


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