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  • Foto do escritorMaria Correia

Hardcore Contra o Fascismo convoca novo ato com a presença de diversas bandas em SP


Neste momento histórico e crucial para a liberdade e os direitos civis em nosso país, o Hardcore Contra o Fascismo convoca uma nova edição para o dia 23 de Outubro de 2022 no Largo da Batata, em São Paulo, com a presença de diversas bandas. Às vesperas do segundo turno de nossas eleições, o ato apoia a Frente Ampla pela Democracia que se empenha em por um fim neste desastroso atual governo, se alinhando com as candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Haddad (PT).


O Hardcore Contra o Fascismo segue sua luta contra as pautas do atual Governo Federal e se posiciona contra as ameaças à Democracia que o presidente Jair Bolsonaro representa. Um mandatário que a todo momento critica as decisões e tenta intimidar o Supremo Tribunal Federal (STF), assim como faz suas bravatas de supostamente não respeitar o resultado das eleições presidenciais deste ano e espalha notícias falsas sobre a segurança das urnas eletrônicas.


Este é obviamente um ato político necessário, mas também é uma congregação de bandas e de grupos que estão alinhados numa causa muito maior. O Hardcore Contra o Fascismo convida a todos a comparecerem com suas bandeiras, faixas e camisetas. Trazendo sua camiseta lisa (de tecido de cor clara) você pode estampar de graça o seu apoio ao ato.


Além disso, estão programadas palestras com as presenças de Quique Brown, membro do Leptospirose, vereador e ex-secretário de Cultura de Bragança Paulista, Katia Ciccone, co-fundadora do Ação de Rua SP, Debora Lima, presidenta do PSOL em São Paulo e coordenadora estadual do MTST e Vivi Torrico, do Solidariedade Vegan. Entre bandas e artistas que devem se apresentar estão: Felipe Flip, Hayz, Space Grease, Blastrash, War Inside, Water Rats, CxAxT, Leptospirose, Desalmado e Black Pantera.


Mas muitos podem se questionar, será mesmo que estamos com a Democracia ameaçada? Existe Fascismo no Brasil?


Podemos categoricamente afirmar que sim para ambas as perguntas.


Desde a redemocratização, nosso país nunca sofreu tantos ataques tão aviltantes contra a democracia. Os ataques vem da boca do próprio presidente, assim como dos membros de seu ministério e dos seus apoiadores nas redes sociais. Cabe ressaltar também os frequentes ataques contra a imprensa e seus profissionais.


Outro fator extremamente preocupante é o forte envolvimento de militares no governo federal atual e o chamado "militarismo na política". Que são uma afronta aos nossos princípios democráticos de separação do Estado e das Forças Armadas, como prevê a Constituição Brasileira. Isto é, as Forças Armadas não devem interferir no funcionamento dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.


A crise sanitária e o descaso do atual presidente com as vacinas só fez prosperar a desigualdade e a miséria, retrocedendo melhorias que vinham acontecendo há décadas com programas sociais de governos anteriores. Programas educacionais, de saúde popular e de educação foram atacados com cortes drásticos de recursos que foram transferidos para garantir o malfadado "Orçamento Secreto", que nada mais é que uma forma velada de compra de apoio de parlamentares.


O discurso de ódio e da violência política nunca foi tão grande, com ataques nas redes sociais mas que sobretudo que vêm ocasionando ataques reais com casos de assassinatos que lemos e assistimos recentemente nos noticiários.


O estímulo à discriminação foi muito claro com a declaração recente de Jair de que o analfabetismo no Nordeste seria a explicação a derrota sofrida na região no primeiro turno. Mas o que esperar de um governante que apresenta fascínio por ditadores, torturadores e líderes de extrema-direita?


Vamos lembrar que ele foi obrigado a exonerar Roberto Alvim, seu então secretário de Cultura, por usar um discurso copiado de Goebbels, ministro da propaganda nazista de Hitler. Alvim só foi demitido após uma enxurrada de críticas recebidas nas redes sociais e sua permanência ter se tornado insustentável.


Com base em tudo isto, Hardcore Contra o Fascismo realiza novamente mais este ato partindo do princípio de defender os direitos das futuras gerações deste país. Algo muito mais amplo, uma pauta essencial para que as outras lutas sociais continuem existindo: contra o racismo, pelos diretos da comunidade LGBTQIA+, pelos direitos das Mulheres, pela liberdade religiosa e outros tantos assuntos que são essenciais.


Vamos juntos contra toda forma de autoritarismo, preconceito e a favor da democracia!

Contra a miséria, fome e o genocídio da população pobre”

Fonte: Photo Media

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