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Metal no Papel é um novo projeto desenvolvido recentemente com o único intuito de propagar o Metal e suas vertentes sem degradação e, sim, de alguma forma trazer o devido apoio às bandas brasileiras, contemplando as notícias e informações pertinentes ao público devido.

 
Seus colaboradores e idealizadores estão sempre presentes, na ativa, para proporcionar aos leitores, bandas e também àqueles que, mesmo em meio as adversidades, trilham um caminho árduo em produções de eventos, enriquecendo nossa cultura, para que o METAL não perca sua essência.

 

Bem vindos ao Metal no Papel!

CARRAZ - O novo álbum do quinteto apresenta boas influências das vertentes europeias

July 3, 2018

Nacional

Independente

Lançamento oficial: junho 2018

 

Relativamente à banda Paulista CARRAZ, não é tão nova como imaginamos, sim, a banda existe desde 2011, foi idealizada pelo músico Felippe Tonini (ex. Comando Nuclear e atual WarAge), e, como suas letras não se encaixavam dentro da sonoridade da antiga banda, então o projeto do Carraz ganha força na mão do próprio músico e do baterista Guilherme Incitatus.

Só que a projeção do CARRAZ só se deu através de uma apresentação ao lado da banda WarAge, em 2016 no Feeling Music Bar, e, tendo outra apresentação no Caveira Velha, neste lugares os músicos tiveram uma ótima recepção do público, que acompanhou suas composições.

 

Logo, o quinteto se apressa para iniciar as gravações do “Debut”, que reuniria dez composições voltadas ao gênero Thrash/ Speed Metal, aspectos bem evidentes na sua obra. Pois esse resultado finalizou - se em 2018, no que resultou em um ótimo registro que agradará os amantes das vertentes Thrash e Speed Metal. Nesse sentido, a competente sonoridade de Carraz foca em temas recorrentes, como: doenças e devastações, abordando-as de forma tradicional com uma pegada bem legal, horas nos remetendo ao Metal Europeu.

 

O primeiro álbum registrado pelo quinteto não trás um título próprio ao disco, (quem quiser podem auto intitulá-lo de Carraz mesmo), mas a receita aqui é bem simples, as energias frenéticas empregadas nas faixas são os subsídios para os aficionados se divertirem com cada riffs e solos bem encaixados na execução das harmonias e rítmicas empregadas, e, sem contar com os vocais rasgados e esmerilhados de D’Amaro, que dão sutil peso às melodias. Já o disco foi gravado no estúdio No Limits, tendo a mão de Ivi da banda (Beyond the Grave). E a ilustração para capa contou com o artista Márcio Aranha, onde o mesmo aplicou muito bem na arte os temas empregados no álbum.

 

Além do álbum trazer 10 recheios, para dentro do pacote e umas dessas faixas, apresenta uma intro baseada em alerta de aviso, “Doomination”, já nos mostra o devido toque do que encontraremos dentro do álbum, já abrindo e cedendo espaço para faixa “Human Devastation”,e, a mesma já apresenta linhas bem envolventes tendo uma boa mescla e dose entre o Speed e Thrash Metal.

Em seguida, temos uma base bem trabalhada na rítmica de “Face Your Fate”, que logo ganha um ótimo peso, com uma levada bem sacada e cheias de refrões, horas nos remetendo às influências europeias. A próxima faixa, “QR Code 666”, soa mais pesada e carregada de um ótimo groove, onde as bases rítmicas te envolve profundamente.

 

Já na faixa “Bloody Eagle”, além de ser um “Thrashão” cheio, a mesma tem um caminhamento bem agressivo, com acordes bem cadenciados e uma boa acidez, que se emana pela voz de D’Amaro.

Já na sexta faixa, as explosões dos riffs de “Endemic Plague”, pedem um pouco mais para linha Speed Metal, com linhas agressivas e com acordes e solos ultra-rápidos, que se destacam pela sua condução marcante.

Em “Shroud”, já temos presente os Blast Beast insanos na condução, que se destaca pelas bases utilizadas, que vão desde o vigoroso Thrash ao Speed Metal, mas em certas horas a evolução pede para aplicações de guturais, que são muito utilizado na vertente Death Metal, e novamente D’Amaro o encaixa perfeitamente na composição.

Já toda acidez fica por conta de “Guillotine”, aliás que paulada, remetendo muito algumas influências europeias, vale, ressaltar que o trabalho entre a cozinha, baixo e bateria estão muito trabalhadas, fora as melodias aplicadas pelas cordas (me fez lembrar de Kreator, principalmente as vozes aplicadas e a instrumentação desenvolvida), claro longe de comparações, pois aqui é a toda essência de Carraz.

 

As explosões continuam na nona faixa, “Nigth Riders”, onde a saraivada de riffs e acordes ríspidos é diversão garantida, e, também fica bem evidente certas influências do Thrash alemão. E, para fecharmos o “pacote”, temos outra porradeira, que fica a cargo de “Beer From Hell”, que além de ser uma canção curta, a mesma apresenta o bom e velho Thrash Metal, com ótimas bases e carregada de refrões envolventes.

 

Bom, não há criticas a fazer ao álbum de Carraz, o trabalho se encontra bem voraz e bem executado e de boa técnica presente, pois esse registro tem a mão de excelentes músicos, e o que cabe agora é vocês terem a oportunidade de escutar e tirar suas próprias conclusões, pois a mim agradou muito. Parabéns Carraz, por este ótimo registro!

 

Tracklist:

1. Doomination

2. Human Devastation

3. Face Your Fate

4. QR Code 666

5. Blood Eagle

6. Endemic Plague

7. Shroud

8. Guillotine

9. Night Riders

10. Beer From Hell

 

Carraz é composto por:

Raphael D’Amaro - vocal

Filippe Tonini - guitarra

Rodrigo Retamero - guitarra

João Ribeiro - baixo

Guilherme Incitatus - bateria

 

Acompanhe o Carraz em:

https://www.facebook.com/carraz.thrash

https://www.youtube.com/channel/UCxrDKoXrZ2o2DuyXYjy7_5Q

carraz.thrash@gmail.com

 

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