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  • Foto do escritorMaria Correia

Death To All leva público ao êxtase revivendo clássicos do Death em noite memorável no Carioca Club



Texto: Felipe Moriarty

Fotos: Leandro Cherutti

O maior tributo da banda de Death Metal no qual o mundo já viu, Death, o intitulado Death To All voltou ao Brasil em 2024, no ultimo dia 23 de março, no já conhecido Carioca Club. A ultima vez que o grupo veio ao Brasil foi em 2014 e,por esse fato, muitos da nova geração não conseguiram presenciar esse histórico momento.

O Death existiu entre 1983 e 2001, tendo lançado 7 álbuns de estúdio, oriundo da profana Florida, o grupo surge como sendo uma das primeiras bandas do Death Metal Mundial junto ao Possessed e criando um legado gigantesco na música.


Já do Death To All, foi formado em 2012 por Steve DiGiorgio que tocou em discos como Human e Individual Thought Patterns, Gene Hoglan que tocou em Individual Thought Patterns e Symbolic, Bobby Koelble que tocou no Symbolic e Max Phelps, membro do grupo Cynic, banda fundada por Paul Masvidal (guitarrista do álbum Human de 1991), Max Phelps é responsável por fazer as partes de voz e guitarra do fundador do Death, Chuck Schuldiner - falecido no dia 13 de Dezembro de 2001.


10 anos depois da primeira vinda ao Brasil, o Death To All trouxe consigo um Set List muito similar ao que apresentara em na ultima vez. Eram pouco mais de 19h quando o grupo entrara no palco, “Open Casket” do lendario álbum Leprosy de 1988. Nos primeiros segundos da canção o público já mostrava extrema excitação.


A faixa seguinte, “The Philosopher” chamou o público para cantar junto, seguido por “Suicide Machine” e “Living Monstrosity”. A execução impecável de Max Phelps impressiona de tal maneira, que é como se estivessemos no histórico show de Los Angeles em 1998.

Em meio a gritos de “Death, Death, Death” e “Chuck, Chuck,Chuck” a multidão ia abaixo a cada sequencia de canções. Não foi diferente na sequencia “Symbolic”, Ïnfernal Death”, Scavenger of Human Sorrow” e a lendaria “Overactive Imagination”. Nessa ultima era possível ver comentarios de fãs como “Como esse cara consegue tocar com 3 cordas e sem as marcações”- referindo-se a Steve DiGiorgio e seu icônico baixo Fretless de 3 cordas. Algo realmente impressionante.


A sequencias seguintes foram, “Within the Mind”, “Baptized in Blood”, “Flesh and the Power it Holds” e a extrondosa “Lack of Comprehension”, faixas cantadas pelo público a todo momento e que só atestaram o tamanho do legado do grupo e de seus integrantes.


O “último” ato ficou com “Crystal Montain” faixa do último disco do grupo original, lançado em 2001 - Sound of Perseverance. A banda executou a canção e pode presenciar o mosh monstruoso que a faixa provocou. Em seguida, o grupo deixou o palco para o que seria o bis, que contou com a classica “Zombie Ritual” - um hino do primeiro disco de Chuck entitulado Scream Bloody Gore de 1986, “Spirit Crusher” do já citado Sound of Perseverance e “Pull the Plug” do lendário e já mencionado Leprosy de 1988, finalizando assim a apresentação lendaria e que não deixou a desejar em NENHUM momento.


O que o Death To All proporcionou nessa noite, foi mais uma noite lendária e nostálgica, uma celebração da vida e do legado de Chuck Schuldiner. Homenageando uma das maiores bandas do estilo, revivendo clássicos que ficaram eternizados dentro da história do death metal mundial.



SETLIST:

Open Casket

The Philosopher

Suicide Machine

Living Monstrosity

Symbolic

Infernal Death

Scavenger of Human Sorrow

Overactive Imagination

Within the Mind

Baptized in Blood

Flesh and the Power It Holds

Lack of Comprehension

Crystal Mountain


Encore:

Zombie Ritual

Spirit Crusher

Pull the Plug

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