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  • Foto do escritorMaria Correia

Kool Metal Fest comemora 20 anos de história com muito peso e casa lotada


Texto: Belmilson Santos - @bel.santosfotografia

Fotos: Anderson Hildebrando - @andersonh_fotografia

Realização: Kool Metal Fest - @koolmetalfest

Press: Tedesco Comunicação & Mídia - @tedesco.com.midia


Em mais uma edição onde se primou pela organização com todos os horários sendo obedecidos, o Kool Metal Fest recebeu um ótimo público em mais um domingo no Carioca Club em São Paulo.


Abrindo o fest com muito peso e infelizmente com a casa ainda praticamente vazia, o Vermenoise de Sorocaba mostrou seu grind furioso em meio aos discursos politizados e de igualdade proferidos pela banda.


Na sequência, mesmo que divergindo do estilo predominante na noite, o Trovão mostrou um excelente show com seu Heavy Hard cantado em português, com visual e performance vindos diretamente da máquina do tempo dos anos 80.


Quando se fala em grindcore no Brasil, é quase unanimidade falar-se no Facada de Fortaleza como a maior banda do estilo por essas terras. O trio mostrou fúria e um show para os adeptos do estilo sairem saciados.


O Violator surge em seguida e todos já sabíamos o que viria a acontecer na apresentação dos brasilienses (as pranchas de bodyboard na platéia já davam o indício). Foi uma loucura do início ao fim com muito mosh, stage dives e crowd surfing pela platéia, inclusive sobre as citadas pranchas.


Discurso incisivo, performance contagiante e palco lotado pela plateia durante "United For Thrash". Energia acima de tudo resumo bem a apresentação da banda.


O Ratos de Porão não precisa de apresentações e é praticamente impossível fazerem um show ruim, nem se quisessem.

Divulgando o excelente "Necropolítica", os caras ainda tocam num pique digno das lendas que são. "Aglomeração", "Amazônia Nunca Mais", "Morte ao Rei" e fechando com "Aids, Pop, Repressão" resumem que o RDP ainda são atuais e relevantes para a cena.


Pra fechar o fest uma banda que foi influência para muitas das que se apresentaram na noite, o D.R.I. deu aula do que conhecemos como crossover.


"The Application" e "Violent Pacification" abriram os serviços e mostraram à todos que a banda mesmo com o guitarrista substituto Bryon Ruelas substituindo Spike Cassidy estava afiadíssima. Foi uma hora de peso, dinâmica e interação que fechou com chave de ouro mais um Kool Metal Fest.


Longa vida ao Kool Metal Fest....Que venha o próximo!

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